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Blue Smoke

HIPERPLASIA NODULAR FOCAL

  • Foto do escritor: Dr. Diogo Tamiozo
    Dr. Diogo Tamiozo
  • 22 de abr. de 2024
  • 3 min de leitura

O que é A hiperplasia nodular focal é uma formação benigna nas células do fígado, frequentemente descoberta por acaso durante exames por outros motivos.

Causa Embora a causa exata da hiperplasia nodular focal seja desconhecida, há teorias que sugerem uma origem vascular anômala ou uma predisposição genética que promove o crescimento celular.

Fatores de Risco Este tipo de lesão hepática não possui potencial cancerígeno e é mais comum em mulheres jovens. Está associada a malformações vasculares em alguns pacientes, porém não se transforma em câncer.

Incidência É a segunda lesão benigna mais comum no fígado, afetando cerca de 3% da população. A prevalência é maior entre mulheres, especialmente na faixa dos 20 aos 44 anos.

Sintomas Na maioria dos casos, a hiperplasia nodular focal não provoca sintomas e é identificada incidentalmente. Quando sintomática, pode causar desconforto abdominal e saciedade precoce. Complicações como ruptura ou hemorragia são extremamente raras.

Diagnóstico O diagnóstico é frequentemente realizado através de exames de imagem de rotina. A lesão típica tem menos de 5 cm, embora possam existir casos de até 20 cm. A distinção entre hiperplasia nodular focal e adenomas hepáticos pode ser desafiadora.

  • Ecografia: Mostra um nódulo isointenso em relação ao fígado circundante.

  • Tomografia e Ressonância Magnética: Úteis para detalhar o tamanho e a localização do nódulo. Estes exames podem identificar uma cicatriz central característica, ajudando na diferenciação de outras lesões.

  • Cintilografia: Este exame detecta a presença de células de Kupffer no nódulo, o que pode sugerir hiperplasia nodular focal, mas nem sempre é conclusivo.

Biópsia do Tumor: Geralmente desaconselhada devido ao risco de sangramento e porque muitas vezes não é necessária para o diagnóstico.

Complicações São raras, mas incluem a possibilidade de confusão diagnóstica com outros tipos de nódulos hepáticos.

Tratamento A maioria dos casos não necessita de tratamento. Em situações com sintomas significativos, dúvidas diagnósticas ou complicações raras, pode ser considerada intervenção cirúrgica.

Prognóstico Excelente, dada a natureza benigna da lesão e a raridade de complicações sérias.

Prevenção Atualmente, não existem estratégias conhecidas para prevenir a ocorrência de hiperplasia nodular focal.

Este resumo fornece uma visão abrangente da hiperplasia nodular focal, destacando sua benignidade e a importância de um diagnóstico preciso para o manejo adequado da condição.O que é A hiperplasia nodular focal é uma formação benigna nas células do fígado, frequentemente descoberta por acaso durante exames por outros motivos.

Causa Embora a causa exata da hiperplasia nodular focal seja desconhecida, há teorias que sugerem uma origem vascular anômala ou uma predisposição genética que promove o crescimento celular.

Fatores de Risco Este tipo de lesão hepática não possui potencial cancerígeno e é mais comum em mulheres jovens. Está associada a malformações vasculares em alguns pacientes, porém não se transforma em câncer.

Incidência É a segunda lesão benigna mais comum no fígado, afetando cerca de 3% da população. A prevalência é maior entre mulheres, especialmente na faixa dos 20 aos 44 anos.

Sintomas Na maioria dos casos, a hiperplasia nodular focal não provoca sintomas e é identificada incidentalmente. Quando sintomática, pode causar desconforto abdominal e saciedade precoce. Complicações como ruptura ou hemorragia são extremamente raras.

Diagnóstico O diagnóstico é frequentemente realizado através de exames de imagem de rotina. A lesão típica tem menos de 5 cm, embora possam existir casos de até 20 cm. A distinção entre hiperplasia nodular focal e adenomas hepáticos pode ser desafiadora.

  • Ecografia: Mostra um nódulo isointenso em relação ao fígado circundante.

  • Tomografia e Ressonância Magnética: Úteis para detalhar o tamanho e a localização do nódulo. Estes exames podem identificar uma cicatriz central característica, ajudando na diferenciação de outras lesões.

  • Cintilografia: Este exame detecta a presença de células de Kupffer no nódulo, o que pode sugerir hiperplasia nodular focal, mas nem sempre é conclusivo.

Biópsia do Tumor: Geralmente desaconselhada devido ao risco de sangramento e porque muitas vezes não é necessária para o diagnóstico.

Complicações São raras, mas incluem a possibilidade de confusão diagnóstica com outros tipos de nódulos hepáticos.

Tratamento A maioria dos casos não necessita de tratamento. Em situações com sintomas significativos, dúvidas diagnósticas ou complicações raras, pode ser considerada intervenção cirúrgica.

Prognóstico Excelente, dada a natureza benigna da lesão e a raridade de complicações sérias.

Prevenção Atualmente, não existem estratégias conhecidas para prevenir a ocorrência de hiperplasia nodular focal.

Este resumo fornece uma visão abrangente da hiperplasia nodular focal, destacando sua benignidade e a importância de um diagnóstico preciso para o manejo adequado da condição.


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